
sábado, 31 de julho de 2010
IBOPE: Dilma na frente de Serra

segunda-feira, 26 de julho de 2010
Largada p/ a disputa eleitoral 2010 no Pará
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Sairá hoje mais uma pesquisa de voto para presidente
terça-feira, 20 de julho de 2010
Canção da JRD: "Semente da Revolução"
(Diego, Clédson, Michel, Creuza, Rose, J. Batista e Jr Xavier)
Sou da JRD
Somos do PT
Sou PT pra valer
Vem nos Conhecer
Buscamos uma sociedade
justa, igualitária
Somos democráticos
Juventude revolucionária
2x
Sou da JRD
Somos filhos de trabalhadores
à favor da educação
Lutamos contra o capitalismo
e qualquer forma de opressão
4x
Sou da JRD
Somos do PT
Sou PT pra valer
Vem nos Conhecer
Vem nos conhecer
Vem nos conhecer!
domingo, 13 de junho de 2010
O que Edir Veigas comenta sobre as chances de Ana Júlia
2010: Ana caminha para quebrar isolamento inicial
A chegada de Anivaldo com o PR, a iminente aliança com o PTB e o PDT deverão dar a musculatura municpal mínima para a recandidatura Ana.Ana terá máquinas municipais, estadual e federal. As máquinas municipais, independente da popularidade do prefeito, que geralmente é baixa, não deve ser secundarizada. A máquina por sí só jamais tem menos do que 20% dos votos municpais.
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Pesquisa IBOPE para o Governo do Pará - II



Pesquisa IBOPE para o Governo do Pará - I


O que dá pra notar é que melhorou a avaliação do ano passado pra cá. Isso certamente é reflexo de uma melhor divulgação das obras do governo no Pará.
sábado, 5 de junho de 2010
Vice da Ana Júlia será Anivaldo Vale do PR
sexta-feira, 4 de junho de 2010
PT do Pará conversa com o DEM
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Juvenil é o candidato PMDB ao Governo do Estado do Pará
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Resultado da reunião do PMDB/Pa
terça-feira, 25 de maio de 2010
PMDB e PT juntos no Pará. Será?
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Blog da JRD: novo visual
sábado, 22 de maio de 2010
Datafolha: Dilma sobe e empata com Serra em 37%
No 2º turno, a petista tem 46%, contra 45% do tucano
Saiu do forno a última pesquisa do instituto Datafolha. Está apinhada de boas e de más notícias.
As boas, para Dilma Rousseff e Lula. As más, para José Serra e a oposição. Vai abaixo um resumo:
1. Comparando-se a nova pesquisa com a sondagem anterior, divulgada em abril, Dilma escalou sete pontos percentuais. Foi de 30% para 37%.
2. Nesse intervalo de um mês para o outro, Serra declinou cinco pontos percentuais. Tinha 42%. Desceu para 37%.
3. Ou seja, os candidatos estão, pela primeira vez no Datafolha, empatados. Ambos amealham 37%.
4. A despeito da igualdade, a pesquisa traz em suas dobras dados que conferem a Dilma, aos olhos de hoje, a aparência de favorita.
5. Na sondagem espontânea, quando os entrevistados se manifestam sem que os pesquisadores exponham uma lista de nomes, Dilma bate Serra: 19% X 14%.
6. Resgatando-se os dados do baú, verifica-se que Dilma, nessa sondagem espontânea, tomou o elevador e embica para o alto.
7. Ela tinha 8% das intenções de voto em dezembro de 2009. Em abril, fora a 13%. Agora, amealha 19%.
8. A sondagem espontânea é ainda mais reveladora: 5% dizem que vão votar em Lula, que não é candidato...
...Outros 3% afirmam que votarão “no candidato do Lula”; e 1% declaram que vão votar “no PT” ou “no candidato do PT”.
9. É lícito intuir que, na espontânea, Dilma tende a agregar aos seus 19% mais 9%. Com os votos de Lula, os do “candidato do Lula” e os do PT, Dilma iria a 28%.
10. Outro dado que favorece Dilma é a taxa de rejeição. Em abril, 24% dos pesquisados diziam que jamais votariam nela. O índice caiu para 20%.
11. Em movimento inverso ao de sua rival, Serra era rejeitado por 24% em abril e agora 27% dos pesquisados dizem que não votam nele de jeito nenhum.
12. O quatro de empate se mantém no cenário de segundo turno, com ligeira vantagem numérica para Dilma. Ela, 46%. Ele, 45%.
13. Marina Silva, a terceira colocada, manteve em maio o índice que ostentara em abril: 12%.
14. O quadro se mantém praticamente inalterado no cenário em que os presidenciáveis nanicos são incluídos na consulta.
15. Com os nanicos, Dilma e Serra empatam em 36%. Marina oscila para baixo: 10%.
16. O Datafolha aferiu também a popularidade de Lula ‘Cabo Eleitoral’ da Silva. Em abril, recuara para 73%. Agora, volta a 76%, o recorde de Lula.
17. Afora os que o consideram “ótimo ou bom”, há os 19% que atribuem a Lula a menção “regular”. Só 5% o consideram “ruim ou péssimo”.
18. Desde o fim da ditadura, é coisa nunca antes vista na história desse país. A maior marca de Fernando Collor foi de 36%. O ápice de FHC foi 47%.
19. Assim, a três semanas das convenções que oficializarão as candidaturas, em junho, Dilma alcançou Serra...
...E, carregada pelo superpadrinho, a petista que jamais disputou eleições vai à campanha mais bem-posta que o rival, em sua segunda disputa presidencial.
20. A estrela do jogo não é Dilma. Tampouco Serra é o centro-avante. Para desassossego do time da oposição e júbilo da "ex-poste", o dono da bola e do campo é Lula.
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Pesquisa para o Governo do Pará: 3 candidatos empatados!
Renata Lo Prete:
Nas simulações de segundo turno, Ana Júlia empata, dentro da margem de erro de 2,5 pontos percentuais, tanto com Jader (41% ela, 40% ele) como com Jatene (41% a 38%). O PT quer demonstrar a viabilidade eleitoral da governadora na tentativa de convencer o peemedebista a sair e apoiá-la.
Fotos da festa do PT no seu encontro estadual
quinta-feira, 20 de maio de 2010
PT consagra: Ana Júlia e Paulo Rocha candidatos ao governo e senado
Carta da JPT para o Programa de Juventude a ser defendido na campanha da Ana Júlia
A população amazônica, considerando-se os estados da Região Norte do país, é predominantemente infanto-juvenil, considerando-se que 61,5% estão situadas na faixa etária de 0 a 29 anos, segundo dados da PNAD 2007 (IBGE). No Pará são mais de dois milhões de jovens, correspondendo a 29,5% do contingente populacional. É expressiva ainda a presença de jovens que se mantém no meio rural amazônico, equivalente a 27%, enquanto que no Brasil tais índices são de 16%.
A juventude é central e estratégica para o desenvolvimento do Pará porque corresponde a um terço (30%) da população do estado, sendo transversal as múltiplas formas de opressão, de etnia, gênero, trabalho, renda, saúde, educação etc. podendo ser o ponto de partida para a superação ou reprodução da atual condição social paraense. Adensada ao fato de 60% da nossa população é infanto-juvenil, e considerando que é nessa faixa que se começa a construir de fato uma identidade juvenil a partir do referencial encontrado no modelo de sociedade existente. No Pará a juventude é mais estratégica do que no restante do país para o desenvolvimento. Precisamos de uma política geral voltada a ela, portanto, para quando as crianças de hoje se tornarem jovens, depararem-se com outro padrão de possibilidades.
A juventude no Pará precisa ser compreendida no contexto da complexa sociobiodiversidade que marca a região, na dinâmica urbana e rural que exige políticas diferenciadas e inter-complementares.
O Índice de Desenvolvimento Juvenil (IDJ), criado no Brasil em 2003 para medir as condições de vida dos jovens e mundialmente lançado pela UNESCO/ONU, é revelador das assimetrias regionais historicamente tecidas no país, em que as condições de vida dos jovens, considerando-se os indicadores de educação, saúde e renda, se colocam entre os piores do país, tendo se agravado em alguns estados entre 2003 e 2007.
Dados do IDJ revelaram que em 2003 nenhum estado da Região Norte estava situado entre os dez melhores índices do país, estando todos esses concentrados no centro-sul do Brasil.
Estudiosos da questão da juventude na América Latina e no Brasil são afirmativos de que toda estratégia de desenvolvimento requer uma política de juventude, que garanta direitos e oportunidades para o exercício da cidadania, sendo um imperativo a implementação e fortalecimento de políticas públicas para a realização da condição juvenil com dignidade no campo e na cidade.
O neoliberalismo que campeou no país pela aliança demo-tucana implicou na minimização do papel do Estado frente às políticas públicas, conduzindo ao agravamento de problemas econômicos e sociais que afetaram os jovens de forma acentuada.
No Pará os 12 anos de PSDB representaram prejuízos incalculáveis nos direitos da juventude de viver com dignidade. Os demo-tucanos desmontaram os sistemas públicos de educação, saúde e assistência social; não fizeram concursos públicos, defasaram os salários dos professores e servidores em mais de 60%; acabaram com o convênio nas escolas públicas; impuseram uma política privatista para o ensino superior, precarizaram exponencialmente o sistema público de saúde; não realizaram nenhuma política social significativa; não se preocuparam em induzir o desenvolvimento do Pará e nem em gerar trabalho, emprego e renda; conduzindo ao agravamento de problemas sociais que atingem diretamente a juventude como o desemprego, a violência e a falto de perpectivas, colocando o Pará na triste posição de 4º pior estado para a juventude morar, segundo a UNESCO.
Superar as assimetrias regionais e promover o desenvolvimento referenciado na justiça social, desenvolvimento sustentável e solidário, exige reformas estruturantes no Brasil em múltiplas dimensões, a exemplo de Reformas como a Política, Educacional, Urbana, Agrária, Tributária, do Sistema Financeiro, da Infraestrutura e do desenvolvimento tecnológico e científico, da Comunicação Social, além da promoção de Políticas de igualdade e reparação.
Com a eleição do presidente Lula e da governadora Ana Júlia, muitos avanços foram registrados no sentido do Estado reconhecer a importância estratégica da juventude para o desenvolvimento, promover a institucionalização das políticas públicas de juventude e implantar programas e projetos que referenciaram o Brasil e o Pará no contexto das políticas públicas de juventude. Como avanços do governo Lula e do governo Ana Júlia, citamos: o reuni, o PROUNI, o Projovem, PRONERA, Centros Técnicos Profissionalizantes, Políticas de ações afirmativas, MOVA, avanço na área da Cultura e Educação, Meia-passagem Intermunicipal, Navega Pará, Bolsa Trabalho e Casa da Juventude. Para fortalecer essas políticas que defendemos a reeleição da nossa governa e propomos 13 pontos para o programa de juventude do governo:
- Garantia de acesso e permanência com sucesso de jovens em todos os níveis de ensino da educação básica e superior; Expansão e interiorização da rede pública estadual técnica e tecnológica de educação e formação profissional; Ampliação e interiorização da UEPA; Reestruturação curricular da educação básica e superior, referenciada numa matriz de educação para a sustentabilidade;
- Democratizar o acesso à UEPA através do fortalecimento de políticas afirmativas que garantam o ingresso por meio de cotas raciais para jovens negros e indígenas, e cotas sociais para jovens egresso da rede pública de ensino; cotas para portadores de deficiência física; e a permanência desses através da implementação de uma política de assistência estudantil;
- Investir em educação e ciência para formar uma geração que produza conhecimento e tecnologia na região, que promova o desenvolvimento com sustentabilidade e inclusão social;
- Institucionalização de políticas que assegurem o ingresso de jovens no mundo do trabalho e geração de renda; promover e articular uma rede de empreendimentos juvenis referenciados na economia solidária e popular; considerando-se especificidades juvenis como as jovens em situação de gravidez precoce.
- Fortalecer e ampliar os programas de elevação de escolaridade e qualificação profissional, como o PROJOVEM e o Bolsa Trabalho, criando mecanismos para os jovens egressos continuarem os estudos e entrarem no mundo do trabalho;
- Criar políticas públicas para a juventude do campo e da floresta que promovam a educação no campo referenciada na metodologia da alternância, assegurar qualificação profissional, acesso a terra e financiamento da agricultura familiar para produzir e viver no campo com dignidade e qualidade de vida;
- Implementação de políticas de financiamento e de assistência estudantil que garantam a permanência na escola e universidades de jovens do campo e da cidade e evite a pressão pela antecipação do ingresso no mundo do trabalho;
- Implementação e fortalecimento de políticas de cultura, esporte e lazer para jovens do campo e da cidade; expandindo e interiorizando equipamentos públicos como as praças da juventude; estimulando a produção cultural e artística juvenil que valorizem a identidade e o pertencimento.
- Proteção social e garantia dos direitos humanos aos jovens, criando mecanismo de enfrentamento das situações de violência e exploração sexual, tráfico humano; Promoção de políticas que assegurem a reinserção sócio-produtiva de jovens egressos do sistema penal.
- Implementação de políticas específicas de saúde para juventude, que enfrentem problemas como a drogatização, DSTs/AIDS e gravidez não-planejada;
- Fazer um levantamento e manter atualizado os indicadores de juventude no Pará, através do IDESP, subsidiando as ações do Estado no planejamento das PPJs;
- Atualização da Política Estadual de Juventude a ser implementada no Pará, sintonizada com os desafios e a sustentabilidade amazônica; promovendo a articulação das PPJ em todas as esferas do poder público – federal, estadual e municipal; estimulando e apoiando a institucionalização de políticas de juventude nos municípios;
- Promover e apoiar a institucionalização das políticas públicas de juventude de forma articulada, com autonomia orçamentária e condições de integrar as ações do governo no segmento, fortalecendo a participação popular e o controle social juvenil.
Executiva Estadual de Juventude do PT
Ganzer realiza encontro estadual do seu mandato.
Ontem (19/05/2010) o deputado estadual Valdir Ganzer, candidato a reeleição, realizou encontro estadual do seu mandato no Sagrada Família.quarta-feira, 19 de maio de 2010
Bernadete defende AGE e Ganzer aponta divulgação de relatórios incompletos
A líder do PT, deputada Bernadete ten Caten, pediu um voto de louvor ao governo do estado por ter fortalecido a Auditoria Geral: "A AGE existia, mas não funcionava a contento, no governo anterior. Hoje ela trabalha com agilidade. Os relatórios só existem porque a AGE foi fortalecida. O governo demonstra para a sociedade que não compactua com o mal uso dos recursos públicos. Prova disso, foi a exoneração de 72 servidores públicos que não tiveram responsabilidade com a coisa pública. Mas quero ressaltar que existem os servidores probos. Os documentos que chegaram aqui são sigilosos e ainda não foram concluídos", observou ela.
O líder do PSDB, José Megale, disse que "tenho certeza que quando a AGE fez as auditorias, no momento em que fez, havia irregularidades e algumas foram sanadas, outras não, se os relatórios não estão concluídos, que mandem (a AGE) os relatórios. Bira Barbosa, também do PSDB, parabenizou o deputado Ganzer.:"Quero parabenizá-lo pela forma como fez a sua defesa e é isso que esperamos do governo".
Em entrevista à imprensa, Ganzer disse que está analisando medidas que poderá tomar contra quem está divulgando injúrias contra ele. O deputado confirmou que, quando assumiu a secretaria, em 2007, encontrou a licitação de obras na PA-150, no trecho da rotatória de Barcarena até Redenção. Segundo ele, o governo anterior revogou essa licitação no dia 28 de dezembro de 2006, mas houve recurso da empresa que iria realizar a obra, a Delta. "Ao assumir, vi que, para chegar a Marabá, levávamos 12 horas e a obra era importante. Acatei o recurso da empresa e realizamos a obra no trecho da rotatória, em Barcarena até Eldorado do Carajás. Portanto, não houve obra no trecho Xinguara/Redenção, como está no relatório da AGE. Se não houve obra, não teve pagamento", afirmou Ganzer.
O deputado disse também que toda a obra foi estaqueada. "Fincamos estacas do marco zero da rotatória até Eldorado, no total de 28.150 estacas, o que comprova a execução da obra e o valor pago por ele. Vou pediu ao presidente da Assembleia (deputado Domingos Juvenil), que solicite à Secretaria de Transporte toda a documentação para provar que esta denuncia que está sendo feita é falsa", afirmou Ganzer.
terça-feira, 11 de maio de 2010
Juventude no trabalho de base em Belterra
Um dos destaques do trabalho iniciado em Belterra está no seguimento da juventude que se organizou em duplas, trios e quartetos e estão à todo vapor conhecendo a realidade social, econômica e política das comunidade de Pindobal, Porto Novo e Aramanaí. inclusive da realidade da juventude belterrense. O próximo passo dependerá do resultado do diagnóstico, porém em todas comunidades já é possível iniciar o trabalho social e de formação com a juventude local.
Parabéns, Monica Almeida pelo comercial!
domingo, 2 de maio de 2010
Encontro Estadual da JPT do dia 24 de Abril
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Ana Júlia destaca investimentos em balanço de governo
Emprego - O programa Bolsa Trabalho - que já qualificou mais de 37 mil jovens para o mercado - "já empregou 15 mil jovens com carteira assinada. Apóia mais de 600 jovens empreendedores. Em dezempro passado, entregamos mais 7 mil cartões do Bolsa Trabalho só na RMB e até este semestre mais mil serão entregues no restante do estado", informou a governadora.Até ó final deste ano, mais 8.500 estarão inseridos no programa Pro Jovem Urbano, em parceria com o governo federal, que já ajudou 8.500 jovens até 29 anos a concluírem o ensino fundamental profissionalizante e se prepararem para o emprego, informou.Segundo o Dieese, de junho para cá, mais de 12 mil empregos formais foram gerados, acumulando saldo positivo em todos os meses, devendo chegar a 25 mil empregos este ano. "Isso demonstra o resultado dos nossos investimentos, pois, 2009 foi um ano difícil, de crise, mas que nos superamos com investimentos como o Ação Metrópole. Nós estamos destravando o Pará", disse a governadora.Somente com o investimento da Vale na siderúrgica de Marabá, projeto que alcança a tão esperada verticalização da produção mineral do estado, devem ser gerados 15 mil empregos diretos e indiretos, sendo 1,5 deles só na construção da obra.
Inclusão digital - A governadora também falou sobre o Navegapará, programa que utiliza mais de 2 mil quilômetros de rede de fibra ótica para leva internet de banda larga para vários municípios do estado, através de 70 infocentros e 16 cidades digitais (áreas de livre acesso à internet que utilizam o sinal do Navegapará).Foram inaugurados infocentros em Santarém, Marabá e em várias muitas outras cidades, como em Itaituba, onde existem cinco infocentros, um deles numa aldeia indígena, o primeiro do país. Às vésperas do aniversário de 394 anos de Belém, a governadora anunciou que ela vai se tornar a mais nova cidade digital do Estado, com cinco grandes pontos de acesso livre à internet e 26 infocentros, sendo 8 deles até fevereiro. "Teremos pontos de acesso livre no Benguí, na Praça da Jaú, na Sacramenta, em Incoaraci, e do Ver-o-Rio até a Estação das Docas", anunciou.
Infraestrutura - "Não é uma tarefa fácil, deixar de ser um mero exportador de matéria-prima bruta para ser um estado industrializado, agregando valor a essa matéria-prima", disse Ana Júlia ao falar sobre investimentos para a mudança do modelo de desenvolvimento econômico do estado.Para fomentar o desenvolvimento industrial, o principal é desenvolver a pesquisa, por isso o governo criou ainda no primeiro ano, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Pará (Fapespa). "Investimos em pesquisa e criamos bolsas junto com a Universidade Federal do Pará para criar as condições necessárias para que as empresas possam ocupar os Parques Tecnológicos, que vão funcionar como grande incubadoras de empresas", explicou a governadora.
Meio Ambiente - A governadora disse que o desenvolvimento do estado deve ser sustentável, principalmente se quiser vislumbrar o mercado do futuro. "Num estado que quem ainda 70% de suas florestas conservadas não existe mais a possibilidade de ter um desenvolvimento que não seja sustentável", afirmou.O projeto 1 Bilhão de árvores foi ressaltado pela sua importância ambiental. "Não se trata apenas de não desmatar mas de recuperar áreas degradas, o que é muito importante porque enquanto outros países e estados estão desmatando e poluindo nos estamos seqüestrando o carbono da atmosfera", disse ela."Fizemos o cadastro ambiental, criamos o plano de combate ao desmatamento com uma meta de reduzir em 80% o desmatamento, a regularização fundiária. Graças a isso, hoje nós podemos ter um desenvolvimento sustentável dentro da legalidade, com segurança jurídica para as empresas que querem investir dentro da lei", acrescentou.
Habitação - Com o projeto Minha Casa, Minha Vida o governo possibilitou que mais de 7 mil empreendimentos habitacionais fossem aprovados a preços subsidiados. Até 10 de janeiro serão 10 mil aprovados.Além do programa Minha Casa, Minha Vida, a governadora ressaltou obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) que tem entregue milhares de habitações novas. "Entregamos 360 casas em Santa Izabel, 130 em Icoaraci, 25 no Tenoné. Só o residencial Liberdade terá mais 2 mil habitações", listou.
Saúde -Já são quatro hospitais regionais em funcionamento (Santarém, Marabá, Redenção e Altamira) e ainda este ano entram em funcionamento mais um regional em Breves e um hospital geral em Tailândia.Dois pronto-socorros serão inaugurados em Abaetetuba e Ipixuna do Pará. "Com atendimento inclusive de média e alta complexidade nos estamos desafogando o fluxo de doentes para a capital. Quando eu assumi, por exemplo, só existia hemodiálise em Belém e hoje existe hemodiálise em quatro lugares diferentes do estado", disse ela.A governadora citou o programa Rios de Saúde, que leva ações e serviços a população ribeirinha e já atendeu 70 mil pessoas, a criação de unidade de cuidados intermediários e de UTIs em Abaetetuba, Parauapebas e Icoaraci.
Educação - Quando assumiu o governo, Ana Júlia Carepa disse que encontrou mais de mil, das 1,2 mil escolas estaduais, "caindo sobre a cabeça de alunos e professores". Em três anos, o governo reformou 650 dessas escolas. E mais 12 novas escolas estão sendo entregues este ano só em Belém e Ananindeua. Além das reformas, o estado qualificou mais de 25 mil profissionais do quadro de educação e garantiu 290 mil vagas na rede estadual.
Concursos - O atual governo foi o que mais abriu vagas em concursos públicos na história do Pará. Foram 30 mil concursados. Somente na Secretaria de Educação, 18 mil novos servidores foram empossados.
Segurança - Do total de concursados, 1,5 mil foram policiais. Este ano, depois da capacitação, mais 2,2 mil novos policiais militares devem engrossar o contingente estadual. "Ficamos 10 anos sem concursos para policiais",destacou Ana Júlia.O governo ainda entregou 1.100 novas viaturas, entre carros, motos e lanchas. Comprou coletes a prova de bala e outros equipamentos. A governadora respondeu ainda perguntas dos ouvintes da rádio e disse que confia que os deputados vão aprovar o empréstimo de R$ 360 milhões que o governo pleiteia junto ao BNDES para recuperação ambiental e construção de estradas, que só depende da aprovação da Assembléia Legislativa.
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
Entrevista da Governadora Ana Júlia ao blog A Perereca da Vizinha
Mas os tucanos alegam que pegaram o estado sucateado e que o reconstruíram e estruturaram para o desenvolvimento econômico: estradas, energia elétrica. Dizem que avançaram em vários aspectos, inclusive acabando com o “aluno-jacaré”. Não foi esse o cenário que a senhora encontrou?
Mas dá para recuperar o tempo perdido na segurança pela falta de concursos e de investimentos?
Mas o PT também não faz muita propaganda? Os gastos do governo também não são expressivos?
A senhora não acha que essa pulverização das obras e a falta de obras grandes para “vender” ao eleitor colocam em risco a sua reeleição?
Pois é, mas é aí que se fala: vários desses projetos – eclusas, BR-163 – são recursos federais. Cadê, então, o dinheiro do estado do Pará para investimento?
Muitas dessas iniciativas não vêm ainda dos tempos dos tucanos, como é o caso do Zoneamento Econômico-Ecológico?
Essa redução da reserva legal de 80% para 50% não vai na contramão do mundo?
Quantas pessoas serão atingidas por esses infocentros?
Cada infocentro desses tem capacidade para atender quantas pessoas?Ana Júlia: Mais ou menos 500. E veja que serão 34 infocentros ao todo. Isso sem contar que vou colocar a Orla de Icoaraci, a praça do Benguí, a praça do Jaú, na Sacramenta, o Ver o Rio e a Estação das Docas com sinal livre de internet. Você vai chegar lá com o seu celular e vai poder acessar a internet. Então, na verdade, vou atingir todo mundo. O que queremos é levar a oportunidade que o acesso à internet pode causar na vida das pessoas. Já temos, hoje, 16 cidades digitais – e já estou contando Belém. São 16 cidades que já têm áreas públicas livres de internet: Santarém, Altamira, Itaituba, Marabá, Santa Maria, Rurópolis. Santarém, por exemplo, vai ser a primeira cidade completamente digital - ainda em 2010, vou abranger toda a área urbana de Santarém. Já temos, hoje, mais de 500 escolas interligadas à internet. E vamos ter mais ainda no ano que vem. Isso tudo é mudança estruturante.
Mas, concretamente, o que é que a internet muda na vida de uma pessoa que está morrendo de fome, num estado em que há milhões de pessoas abaixo da linha da pobreza?
Mas o Pará continua como mero exportador de matéria-prima. Você pega a pauta de exportações do Pará e ela é toda de minério e madeira, sem nenhum, ou quase nenhum beneficiamento. Quer dizer: há 16 anos se ouve esse discurso de mudança estruturante no estado. Mas você não tem mudança real do perfil produtivo...
Então, como é que a senhora explica as pesquisas em que, segundo se diz, a sua rejeição estaria altíssima?
Mas nas pesquisas do PT a sua rejeição é assim tão alta?Ana Júlia: Não, é claro que não. Ela está em quanto?
Quais foram os principais erros, seus e do PT?
Mas já há resultados, por exemplo, em termos de indicadores de violência? E, na área de saúde, o que é que mostra uma mudança qualitativa de lá pra cá?
Então, como é que a senhora explica as queixas que vêm, hoje, lá do Ofir Loyola, inclusive da presidenta da AVAO, Ana Klautau?
Mas essa é apenas uma ponta da questão. A Sespa, no seu governo, já vai no terceiro secretário – é um nó. A que a senhora atribui esses problemas na Saúde?
Até que ponto esse nó da saúde pode ser atribuído a essas máfias que historicamente dominam a saúde? Você teve troca-troca de secretários nas gestões tucanas e o PT enfrenta o mesmo problema. Até que ponto esses nós decorrem daí e até que ponto isso foi agravado pela presença do PMDB à frente da saúde do estado?
É muito difícil essa relação do PT com os produtores rurais paraenses, que têm, digamos assim, uma mentalidade arcaica?
Então, ironicamente, hoje o governo do PT tem mais dificuldade de relacionamento com o MST do que com os pecuaristas?
A senhora falou em mudar o perfil produtivo do estado e também em preservação. Como é que se encaixa Belo Monte nessa história toda, com todas as críticas a esse projeto, em termos dos males ambientais e sociais que trará?
A senhora tocou na questão do fluxo migratório. Como é que está a relação do Governo do Estado com a Vale, tendo em vista a atividade intensa dessa empresa, o baixo retorno que se tem e o crescimento populacional do Pará, em decorrência dos projetos dela?
Mas, por exemplo, nessa questão da siderúrgica da Vale, o estado do Pará teve de desapropriar o terreno. Como é que pode que o governo ainda tenha de desapropriar terreno para verticalizar a produção, em se tratando de uma empresa com uma isenção tão alta de impostos?
Mas não se poderia exigir um pouco mais de contrapartida da Vale?
Mas a senhora não acha que já existe, na prática, outro estado no Sul e Sudeste do Pará?
E o que pensaria a senadora Ana Júlia Carepa se visse este procedimento: o uso de uma licitação de propaganda, para a compra de material escolar? Como veria a senadora Ana Júlia Carepa uma situação dessas?
A senhora diz que o Governo do Estado está transformando o Pará, mas a sua rejeição é alta. Então, de quem é a culpa? É da imprensa?
Mas muitos desses erros que a senhora admite não decorreram do fato de a senhora pertencer a uma corrente que não é majoritária no PT? A senhora não se deixou guiar demais pela DS (Democracia Socialista)?
Mas não houve dificuldade de relacionamento da DS até mesmo com as outras correntes do PT?
Não é complicado ter na linha de frente do seu governo pessoas como o seu marido e o seu ex-cunhado?
E como é que a senhora vê essas acusações de que, na verdade, são o seu ex-marido e o irmão dele que mandam no governo?
Como é que está a relação do governo com o PMDB? Ainda dá para recuperar essa aliança?
Mas não seria complicado ter o PMDB como vice da sua chapa? Não seria uma espada apontada contra a senhora pelos próximos quatro anos?
Mas o PMDB está batendo o pé pela vice...
Mas a senhora, com vários anos de política, vinda desde a vereança, vendo essa questão toda, a senhora acha que é possível ter do mesmo lado PMDB, PR e PTB, com todas as divergências que eles têm demonstrado?
A senhora não acha difícil administrar essa fome, esse lado espaçoso do PMDB?
Mas o PMDB se queixa que o PT acha que ele só quer cargos, quando, na verdade, os peemedebistas querem é trabalhar. Para o PT, para a senhora, o PMDB só quer cargo?







